domingo, 27 de abril de 2014

O Descobridor da América

 Cristóvão Colombo     



     Navegador genovês (1451-1506). Descobriu a América e acabou ligando a Europa ao Novo Mundo.
     Cristóvão Colombo foi o primeiro homem a comprovar o que muita gente, em sua época, já desconfiava: o mundo, na verdade, tinha uma forma esférica. Ele acreditava ser possível viajar para o leste ou para o oeste e acabar retornando ao ponto de partida.            
     Colombo nasceu em Gênova, cidade portuária no norte na Itália, onde
cresceu circulando entre navios e marinheiros. Naquela época, o comércio europeu com o Extremo Oriente, praticado principalmente por mercadores venezianos que seguiam a rota descoberta por Marco Pólo, estava florescendo. O problema é que o caminho terrestre de pólo era extremamente longo e difícil.
     Alguns navegadores, como Colombo, acreditavam na possibilidade de que o mundo era esférico e estavam convencidos de que poderiam chegar ao Oriente, no leste, viajando para oeste.
     Hoje, sabemos que o mundo é, de fato, uma esfera com grandes massas de terra nos hemisférios oriental e ocidental. Mas, na Europa, até a época de Colombo, em geral, acreditava-se que a Terra fosse achatada como um prato e quem navegasse para muito longe no oceano acabaria caindo pela borda.
     Colombo estava disposto a fazer a experiência – potencialmente mortal – de viajar a oeste para atingir o leste e saiu em busca de um governo que financiasse sua aventura. Os governantes das cidades italianas de Gênova e Veneza assim como de Portugal recusaram sua proposta. Ele procurou então o rei Fernando V de Aragão (1452-1516) e a rainha Isabel I (1451-1504) de Castela, na Espanha, que concordaram em fornecer três navios (Nina, Pinta e Santa Maria) e a tripulação necessária. Colombo zarpou do porto de Palos na Espanha, no dia 6 de setembro de 1492. Depois de uma viagem de cinco semanas, durante as quais seus marinheiros quase se amotinaram, no dia 12 de outubro de 1492 a expedição provavelmente onde hoje se localizam as Bahamas. Depois visitou o que atualmente corresponde aos territórios de Cuba, Haiti e República Dominicana.
     Poucos fatos na história da humanidade foram tão importantes quanto a chegada de Cristóvão Colombo nas Américas. Importante: Colombo não "descobriu" a América, pois, quando ele chegou ao Caribe, que ele pensava ser a Índia, havia cerca de nove milhões de nativos no hemisfério ocidental. Estes, no entanto, não tinham a menor ideia de que houvesse um hemisfério oriental, assim como os europeus nem desconfiavam da existência de um continente a oeste. Os dois hemisférios eram tão diferentes e independentes como se realmente existissem em planetas separados. O grande feito de Colombo foi uni-los.
     Colombo retornou à Espanha em 15 de março de 1493 e fez outras viagens de colonização em 1493, 1500 e 1502. Em 1506 ele morreu, ainda acreditando que atingira a Ásia. Suas descobertas foram tratadas com entusiasmo pelas autoridades espanholas, que fizeram um tremendo esforço na exploração e colonização das terras recém-descobertas. Para elas, na verdade, Colombo havia mesmo descoberto um "Novo Mundo".







Pirâmide da classificação da Sociedade Egípcia




 MUMIFICAÇÃO


O processo era realizado por especialistas em mumificação e seguia as seguintes etapas:


1º - O cadáver era aberto na região do abdômen e retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc. O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes a parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retirava-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal.


2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.


3º - Após desidratado, enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo.


4º - O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas. 

Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Elas servem como importantes fontes de estudos para egiptólogos. Com o avanço dos testes químicos, hoje é possível identificar a causa da morte de faraós, doenças contraídas e, em muitos casos, até o que eles comiam. 

Graças ao processo de mumificação, os egípcios avançaram muito em algumas áreas científicas. Ao abrir os corpos, aprenderam muito sobre a anatomia humana. Em busca de substâncias para conservar os corpos, descobriram a ação de vários elementos químicos.
A PERIODIZAÇÃO DA HISTÓRIA EGÍPCIA


Video Telecurso"O Egito Antigo".

Aprenda um pouco mais sobre o Egito Antigo





Bom divertimento

segunda-feira, 21 de abril de 2014

10




O Egito é envolto em uma aura de mistério e intriga, cultivado por várias descobertas arqueológicas que foram iluminando seu passado interessante.
Infelizmente, tal sentimento que permeia o Egito Antigo também produziu inúmeros mitos. A lista a seguir explora alguns equívocos comuns sobre o Egito, e desvenda novas áreas sobre sua cultura avançada:

1 – CLEÓPATRA ERA BONITA

Cleópatra VII, a última rainha do Antigo Egito, sempre foi uma figura cultural famosa por sua beleza sedutora. Esta ideia foi perpetuada por todos, de escritores a cineastas.
No entanto, moedas romanas mostram Cleópatra como tendo características masculinas: nariz grande, queixo protuberante e lábios finos – nada parecido com o arquétipo de beleza de qualquer cultura. Por outro lado, ela não era carente de cérebro: especialistas afirmam que Cleópatra era carismática e inteligente, ao contrário de possuidora de uma beleza física.

2 – OBCECADOS COM A MORTE

Quando pensamos nos antigos egípcios com suas pirâmides, múmias e deuses, é fácil chegar à conclusão de que eles estavam preocupados demais com a morte. Na verdade, nada poderia estar mais longe da verdade.
O grande trabalho que os egípcios tinham em enterrar seus semelhantes era na verdade um modo de glorificar a vida. Por exemplo, muitas das ilustrações que adornam o interior dos túmulos são celebrações da agricultura, caça e pesca. Além disso, os ornamentos caros enterrados com os egípcios servem para ajudá-los a alcançar a vida eterna, onde supostamente continuam seu trabalho atual, sem qualquer dificuldade. Mumificar era uma maneira de manter o cadáver “real”, pronto para essa forma idealizada da vida cotidiana. Claramente, os egípcios eram obcecados com a vida, não com a morte.

3 – ALIENÍGENAS

Algumas pessoas acreditam que os egípcios estavam em contato com alienígenas. Elas alegam que as pirâmides construídas são feitos “sobre-humanos”, e que alguns murais egípcios realmente retratam extraterrestres (o que a pintura acima demonstra claramente que é apenas um vaso).
Isto é simplesmente um insulto para o legado dos antigos egípcios. Embora a Grande Pirâmide de Gizé seja matematicamente impressionante, a sua construção não está além das mentes engenhosas dos astrônomos, estudiosos e arquitetos da época. E enquanto ela manteve-se como a estrutura mais alta do mundo por quase 4.000 anos, isso não significa que os egípcios eram amigos de aliens, mas sim que nenhuma cultura rivalizou com os egípcios na construção de monumentos até o século 19.

4 – BEM ESTUDADO

Muitos acreditam que nós já descobrimos tudo o que podíamos sobre o Egito Antigo, e que a Egiptologia é um assunto morto e enterrado. Isto está simplesmente incorreto.
Descobertas fascinantes ainda estão sendo feitas diariamente sobre o Egito Antigo, lançando nova luz sobre sua civilização.
Por exemplo, um “barco solar” foi extraído atualmente da Grande Pirâmide. Presume-se que este barco permitiria que os faraós mortos ajudassem o deus-sol Ra em sua batalha eterna com Apep, demônio da escuridão. Todas as noites, Ra veleja seu barco solar em combate com Apep, e ao amanhecer emerge triunfante cruzando o céu.

5 – HIERÓGLIFOS

As pessoas supõe que os antigos egípcios inventaram hieróglifos, no entanto, os hieróglifos primitivos foram provavelmente trazidos para o Egito por invasores da Ásia Ocidental.
Outro mito, alimentado pelas imagens de cobras e pernas sem corpo, é que os hieróglifos eram uma linguagem de maldições e encantamentos mágicos. Na realidade, na maior parte do tempo, os hieróglifos eram usados para inscrições ou representações históricas. Maldições são raramente encontradas em túmulos, e a maioria é impotente: “Seus anos devem ser diminuídos”, “Ele não deve ter nenhum herdeiro”. Curiosamente, até a Pedra de Roseta ser descoberta em 1798, e posteriormente traduzida, a maioria dos estudiosos acreditava que os hieróglifos eram apenas ilustrações, não sons fonéticos que compõem um alfabeto.

6 – DECORAÇÃO DE PIRÂMIDES

Hieróglifos cobriam o interior de muitos túmulos egípcios antigos e palácios. Mas, ao contrário do mito, as pirâmides são relativamente não decoradas.
De fato, até recentemente, especialistas acreditavam que as pirâmides de Gizé eram absolutamente nuas por dentro. Esta suposição se provou errada quando hieróglifos foram encontrados atrás de uma porta secreta na Grande Pirâmide, há alguns meses.
Além disso, as pirâmides não eram todas coloridas com pedra calcária 4.000 anos atrás: alguns setores, tais como pilares interiores, foram pintados de vermelho ou branco. A pintura básica e a escrita oculta ainda deixam as pirâmides extremamente austeras. É sua arquitetura que cimenta as pirâmides como os edifícios de pedra mais antigos e populares do mundo.

7 – FARAÓS MATAVAM SEUS SERVOS

Quando os faraós morriam, seus servidores não eram mortos e enterrados com eles, como popularmente se acredita. Mas isso aconteceu algumas vezes.
Dois faraós da Primeira Dinastia do Egito são conhecidos por terem feito seus servos serem enterrados com eles. A tendência humana de generalizar levou ao mito de que esta era uma ocorrência comum entre todos os outros mais ou menos 300 faraós. Mais tarde, os faraós provavelmente perceberam que seus servos eram mais úteis vivos do que mortos, e assim eram enterrados com ‘shabtis’, figuras que poderiam ser animadas para ajudá-los no além.

8 – ESCRAVOS CONSTRUÍRAM AS PIRÂMIDES

A ideia de que os escravos construíram as pirâmides do Egito tem circulado desde que o historiador grego Heródoto a relatou no século 5 a.C. Porém, pode estar errada. Túmulos contendo os restos mortais dos construtores das pirâmides foram encontrados ao lado das pirâmides de Gizé.
Ser enterrado ao lado dos faraós divinos seria a maior honra, nunca concedida a escravos. Além disso, um grande número de ossos de gado escavados em Giza mostra que a carne bovina, uma iguaria no Egito Antigo, era um alimento básico dos construtores. Assim, os construtores das pirâmides deviam ser artesãos egípcios altamente qualificados, e não escravos.

9 – ESCRAVIDÃO DE ISRAELITAS

Este vem no seguimento do último mito, e é obviamente uma questão delicada. Infelizmente para aqueles que seguem a Bíblia como um relato literal da história, não há evidências que sugerem que os israelitas foram escravizados no Egito Antigo.
Sabemos muito sobre os antigos egípcios por seus registros, mas eles nunca mencionaram manter uma raça de escravos, nunca mencionaram as Dez Pragas, e não há nenhuma informação arqueológica que mostra que milhões de hebreus habitavam o Egito ou o deserto. Além disso, a fuga de milhões de escravos teria destruído a economia egípcia, que prosperou durante todo o segundo milênio a.C., quando o êxodo supostamente aconteceu.

10 – MALDIÇÕES DOS FARAÓS

A “maldição” que matou aqueles que abriram o túmulo do faraó Tutancâmon foi um triunfo dos meios de comunicação e da susceptibilidade pública. O mito é que uma maldição lançada por Tutancâmon matou o patrocinador Lord Carnarvon e os outros membros da expedição.
Embora alguns tenham feito teorias de fungos perigosos e gases se acumulando no interior da tumba, as mortes não precisam de uma explicação especial. Apenas 8 dos 58 presentes na descoberta da tumba morreram dentro de 12 anos. O líder da expedição, o alvo mais óbvio para uma maldição, viveu por 16 anos. As outras coincidências são um caso de desvio para a confirmação: qualquer infortúnio que se abateu sobre alguém na expedição foi atribuída a uma maldição. Isso é um excelente exemplo do impulso das pessoas em acreditar em uma história emocionante, em vez de em fatos

Os egípcios eram negros?


Quem nunca se deparou com um filme de Hollywood, que ao retratar os antigos egipcios, colocam atores de pele branca e olhos claros? Para nós tornou-se até mesmo comum ver cenas desse tipo, como nos filmes Cleópatra (1963) a Mumia (1999) ou o Retorno da Mumia (2001) entre outros; no entanto, quando observamos as velhas pinturas de túmulos, vemos pessoas completamente diferentes do esteriotipo: lábios grossos, pele de um vermelho amarronzado, e então nos perguntamos “os egipcios eram negro?”

Há muita controvérsia entre Egiptologos acerca deste assunto. Desde a descifração dos Hieroglifos até meados do século XX , acreditava-se que os egipcios eram completamente brancos, por influência de uma visão eurocêntrica racista.  Apartir dos anos de 1950 começaram a surgir às teorias de afro-centrismo, no qual postulava que os egipcios eram negros.
Atualmente existe uma grande confusão neste assunto, que muitos estudiosos preferem até evitar  de falar, alegando que não se pode determinar uma raça pura, e que tal conceito não existe. Zahi Hawass, o secretario geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, a maior autoridade para falar sobre o assunto, alega que os egipcios não eram nem  brancos nem negros, apesar de o Egito estar na Africa; outros tentam descobrir esse enigma atavez da análise comparativa de crânios negroides dos  não negroides, oque não constitui um estudo confiável, pois os critérios utilizados são muito incertos.
Outro ponto a se esclarecer é o das representações artisticas, que não nos dão conclusões definitivas desse assunto, pois que a arte no Antigo Egito não seguia um mesmo estilo de representação realista como na Grécia; no Egito faraônico não existia a arte pela arte, ela tinha um papel funcional, que é também visto em outras civilizações africanas. Desta forma as representações seguiam um padrão, sendo que as mulheres são retratadas com uma cor amarelo pálido, representando o feminino, associado a deusa Hathor, eos homens são retratados em uma cor vermelho acastanhado, associando-se ao Deus Seth.
 
Heródoto

Apesar de toda esssa confusão, não podemos descartar o testemunho dos sábios da antiguidade que estiveram em contato com os egípcios;um deles, Herodoto, considerado o pai da história, visitou o Egito e repetidas vezes faz referencia a cor da pele dos egípcios comparando-os com os Kolchus, um povo que vivia na região de  Colquida, onde atualmente é o país da Georgia. Herodoto afirma: “ é de fato evidente, que os colquidios são de raça egípcia (...) muitos egípcios me disseram que, em sua opinião, os colquídios eram descendentes dos soldados de Sesóstris. Eu mesmo refleti apartir de dois indicadores: em primeiro lugar, eles tem pele negra e cabelo crespo e em segundo lugar os egípcios e os etiopes foram os únicos povos de toda a humanidade a praticar a circuncisão desde os tempos imemoriais. Os próprios fenícios e sírios da palestina reconhecem que aprenderam essa pratica com os egípcios, enquanto que os sírios do rio Termodon e da região de Pathenios e seus vizinhos, os macrons, dizem te-la aprendido com os colquidios (...)".
 Outra evidência vem do oráculo de Dodona, na Grécia, que para provar a origem egípcia do oráculo, um de seus argumentos era: “ quando eles acrescentam  que a pomba era negra, dão a entender a mulher era egípcia”. As pombas em questão – na verdade, eram duas, de acordo com o texto – simbolizavam duas mulheres egípcias, que se dizia terem sido trazidas de Tebas, no Egito, para fundar os oráculos de Dodona na Grécia e o de Siwá na Libia.
Temos ainda, mesmo que de forma preconceituosa, o comentário do cientista e filosofo Grego Aristóteles que tenta estabeler uma relação entre a natureza física e a natureza moral dos seres vivos, fornecendo evidências que confirmam o testemunho de Herodoto: “Aqueles que são muito negros são covardes, como por exemplo, os egípcios e os etíopes. Mas os excessivamente brancos também são covardes, como podemos ver pelo exemplo das mulheres; a coloração da coragem está entre o negro eo branco.”  E para concluir este pequeno resumo temos o do historiador Amiano Marcelino, que viveu aproximadamente no século IV d.C. e que escreve: “(...)a maior parte dos homens do Egito são morenos ou negros, com uma aparência descarnada”.    
E a lista de relatos não termina por ai, e constatando todos eles podemos reparar uma concordância entre si: os egípcios eram negros; este fato para eles era inegável! No entanto a controvérsia entre os egiptólogos ainda continua. Podemos também constatar nas pinturas e esculturas egípcias, que as vezes aparecem pessoas com narizes afilados e cabelos liso, e é ai que outra polêmica entra em questão! O fato é que sempre fomos condicionados a pensar que o estereótipo do negro é ter lábios grossos e cabelo crespo, mas se formos reparar nos dravidianos, um grupo étnico que vive na Índia, constatamos que eles são negros que tem cabelo liso! Assim como na Europa, mesmo ingleses, russos, italianos e Alemães possuírem uma pele branca, existem diferenças físicas entre eles. O mesmo não deixa de acontecer na África.

E respondendo a pergunta que dá titulo a esse texto: “sim, os egípcios eram negros!”. E se alguém tem algo para contestar ou para aprovar gostaria muito que deixasse seu comentário!

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Sejam bem vindos todos os alunos dos 2º D e E (ensino médio) da Escola Luiza Hidaka e outros a fins.
O objetivo desse blog é abrir um canal de comunicação com todos os meus alunos, publicando todas as atividades avaliatórias dadas e dando oportunidade para aquele aluno que faltou, estar atento e poder participar das atividades dadas.
O perfil dos nossos alunos do Hidaka do período noturno é o aluno trabalhador, uma grande maioria estão na Guarda Mirim, outros já estão trabalhando em uma das inúmeras Empresas, Indústrias, Comércio e Escritórios de Suzano.
São alunos que levantam muito cedo, trabalham muito, enfim não tem sido fácil para eles, conseguirem dar conta dos estudos, fazer cursos (inglês, informática, senai, etc) aos sábados entre outros compromissos.
Mas a vida é dura mesmo e se queremos no futuro algo de bom, temos que olhar em frente, lutar pelos nossos objetivos e seguir em frente.
Nada de ter dó de si mesmo, vamos à luta!
É por isso que a maioria dos professores, direção e funcionários falam que os alunos do período do noturno são os mais interessados, comprometidos e comportados.
Espero estar ajudando vocês a aprenderem mais e poderem compartilhar ideias através desse blog.
Um grande abraço.
Profª Sueli Nonato.